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Saúde

Tratamento importado pode evitar o sacrifício de cães

26.12.17

14:10

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Doença pode ser transmitida para seres humanos por meio da picada de mosquito

Há uma semana, o Tribunal de Justiça de Porto Alegre rejeitou um recurso que tentava impedir o sacrifício de 12 cães contaminados com leishmaniose. A doença, que pode ser transmitida para seres humanos por meio da picada de mosquito, é contagiosa e com tratamento restrito.

Até pouco tempo, a recomendação seguida pelos médicos veterinários apontava para o sacrifício do animal como única alternativa à leishmaniose. “Atualmente existe um tratamento, que é caro e não é 100% eficiente”, explica a médica veterinária Luciana Heck.

Segundo ela, o custo varia entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, dependendo do porte do cão contaminado. “É um medicamento importado que vem da Europa para o Brasil. Para recomendar o tratamento é necessário levar em consideração o estado do animal e a resposta ao medicamento.”  

Há um ano, um caso confirmado de leishmaniose, detectado em Sobradinho, colocou a região em alerta. Conforme a veterinária Luciana, ela mesma já atuou, neste ano, no diagnóstico e tratamento de um cão infectado pela doença. “O proprietário optou pelo tratamento importado, mas não foi possível salvar o cãozinho.

Risco de transmissão

A leishmaniose pode ser transmitida para seres humanos, mas não é o cachorro contaminado que passa a doença para o homem. Semelhante às transmissões da dengue e da febre amarela, o contágio ocorre por meio da picada de mosquito infectado com a doença. “O mosquito pica o cachorro e pode transmitir para os seres humanos. O contato com cães doentes por si só não é capaz de infectar os seus proprietários”, destaca Luciana. 

O vetor da doença é conhecido como “mosquito palha” e habita regiões com alta densidade de material em decomposição ou com mato alto. Em seres humanos a doença tem cura.

Saiba mais

  • A leishmaniose é difícil de ser diagnosticada. O animal contaminado precisa ser submetido a mais de um teste de sangue para a comprovação da doença.
  • Os principais sintomas são lesões na pele do animal, ferimentos que não cicatrizam, queda e escamação de pelo e crescimento anormal das unhas do cão. Alguns cachorros podem apresentar falta de apetite e emagrecimento além do normal.
  • Existe uma vacina que custa R$ 150,00 por dose e precisa ser repetida todos os anos. Ela previne até 90% da contaminação. Recomenda-se também o uso de uma coleira especial, que funciona como repelente de mosquitos. 
  • O cão que teve leishmaniose nunca fica curado. É preciso utilizar a coleira repelente depois do tratamento, para evitar a propagação da doença.

FONTE: Redação Gazeta do Sul/Foto: Bruno Pedry

TAGS: vacinas, leishmaniose, mosquito

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